quinta-feira, 8 de maio de 2008

A história da inacreditável morte que comoveu o país

(Revista ISTOÉ dia 09/04/08 - JOSEANE DE OLIVEIRA ALVAREZ)

Isabella Oliveira Nardoni, era uma criança muito querida por todos a sua volta, no entanto chamava atenção em todas as reuniões de família. A história de uma menina que tinha sonho de ser bailaria, a menina vaidosa, que adora a boneca Hello Kitty teve um final trágico, onde seu próprio pai é suspeito de sua morte. A mãe, Ana Carolina Oliveira, se desentendia com o ex-marido por causa da pensão, o mesmo dependia da ajuda financeira do pai e a madrasta tem um passado de agressões na própria família. A inacreditável morte, de uma menina de cinco anos, que comoveu o país. A infância roubada de uma menina, que tinha uma vida de sonhos pela frente, entretanto que foi interrompido no dia 29 de março de 2008, quando foi encontrada no jardim do prédio London, onde morava seu pai e sua madrasta, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Minutos depois, ela faleceu, de parada cardiorrespiratória, a caminho do hospital.

As circunstâncias da morte da menina ainda estão envolvidas em um mistério absoluto... Conta o pai e a madrasta que chegaram ao prédio por volta das 23 h, nisso as três crianças (Isabella e seus dois irmãos) estavam dormindo, por isso, Alexandre subiu primeiro com Isabella no colo, e a deixou no quarto dormindo. E retornou a garagem para pegar seus os outros filhos, ao voltar ao apartamento reparou que a porta estava aberta, que a luz do quarto de hóspede estava acesa e que Isabella não estava no apartamento; Foi então que viu a rede da janela de proteção aberta e foi até lá para olhar, e reparou o corpo da filha caído no jardim do prédio, mas antes de descer para socorrer a filhar, ligou para seu pai e depois esperou Anna Carolina ligar para o dela, para depois descer; e quando desceu, afirmou que viu alguém jogar sua filha da janela, mas o mesmo omite o fato do delegado. Alem do mais no apartamento não há sinais de arrombamento e nem de objetos roubados.

Existem muitas controvérsias sobre a história contada por Alexandre, por exemplo, um morador do prédio afirma ter visto a família subir junta no elevador; outros vizinhos afirmam ter ouvido gritos de uma criança na hora do incidente. “Pára pai, pára, pai”, disseram ter ouvido, mas não podem afirmar que era da menina, pois pode ser de um dos seus dois irmãos.

Anna Carolina, já registrou duas ocorrências contra seu próprio pai por agressão, em 2004 e 2005. Anna Carolina e Alexandre eram colegas de faculdade e se envolveram quando Isabella era bebê ainda, e logo foram morar juntos. Sendo que a relação de Alexandre com a mãe da menina havia terminado logo após o nascimento da mesma.

Antônio Nardoni, pai de Alexandre, era o dono do apartamento (que custava entorno de 280 mil) onde o filho morava e também era o dono do Ford Ka, que transportou a família de Alexandre na noite do crime, além de outros carros e imóveis utilizados por Alexandre. O mesmo apesar de formado 2006 (ainda não tem o registro da OAB, consecutivamente não pode exercer a profissão de advogado), trabalhava com o pai, que o auxiliava muito até mesmo pagando a pensão de Isabella, de R$ 280. Porém muitas vezes recebia o dinheiro do pai para dar à Isabella, e não transferia. Em setembro de 2003, Ana Carolina registrou um boletim de ocorrência policial contra ele, pois havia ameaçado sua mãe e dito que iria sumir com Isabella, pois não concordava que com apenas um ano e quatro meses a menina entrasse na escola. O caso já foi apurado pelo delegado do caso, foi determinada a prisão provisória do pai e da madrasta.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Superioridade?



O Internacional realmente mostrou sua superioridade neste último fim de semana. O time do técnico Abel Braga goleou o Juventude com oito gols, deixando o Juventude sem o esperado título do Campeonato Gaúcho. O jogo começo diferente, pois o Juventude não estava em campo quando foi executado os Hinos Nacional do Brasil e Rio-Grandensse.

Sou torcedora do Tricolor Gremista, mas não deixo de reconhecer o título ao Internacional, o time foi ótimo em campo, excelente sem muita modéstia, a goleada não era esperada, por mais que o Internacional tenha tido uma melhor preparação, nunca nenhum torcedor imaginou isso e, contra o Juventude ainda, que foi o único time que venceu o Internacional durante o campeonato, realmente foi fabulosa a vitória “Colorada”.

O “culpado” pela derrota do Internacional contra o Juventude, no dia 27 de abril de 2008, Fernandão foi o destaque do time, fez 3 gols e, o alviverde foi “expulso” do Beira Rio, com o “rabinho entra as pernas”.

Pobre Juventude, foi para Caxias – do – Sul magoado, magoado com a derrota sofrida, mas não há o que fazer, se o time da serra não conseguiu segurar o time porto-alegrense não seremos nós que ficaremos magoados, isso é um jogo, onde só os melhores recebem o mérito e, recebem a TAÇA.

O importante nessa história, realmente é o espírito de equipe que ambas as equipes têm, por pior que o time esteja os torcedores comparecem ao estádio, para torcer, vibrar, cantarolar, tudo o que tem direito. Gritam e cantam com o coração, como se aquele momento fosse o último de sua vida. Isso chega a ser um sentimento, um sentimento que não se termina, que só o torcedor gaúcho conhece. Você deve estar se perguntando, porque só o torcedor gaúcho? E eu, brevemente te respondo, com convicção, é claro. Só o nosso Estado tem os times: Internacional, Grêmio, Juventude e Caxias, que nos transmitem emoção e paixão, juntas, ambas mexendo com o coração gaúcho.

Por fim, parabenizo os torcedores colorados e, claro, o próprio Internacional, que fez seu papel em casa, parabéns mesmo, fiquei felizes esse ano, pois no próximo a máquina tricolor, entrará em cena novamente, detonando com qualquer time.

Fabiane Galvão



domingo, 4 de maio de 2008

Especial: "O racismo é uma ferida, precisamos tratá-la"

Racismo? Uma questão de muita polêmica que esta implícita na atualidade. A sociedade brasileira estuda na escola que o racismo é uma palavra abstrata, mas esquecem de ressaltar que causa uma dor concreta para quem sente na “pele”.
O próprio ator global, Lázaro Ramos,
acredita que o preconceito é criado pelas classes mais favorecidas, encima das pessoas de origem humilde e que a cor de suas peles influenciam. O racismo é uma ferida, que necessita ser tratada e “olhada com seriedade”, como disse o ator, o próprio confessa que já sofreu na pele o chamado racismo e que sempre foi instruído em sua casa: “você pode”, “você e bonito”. E que sempre que foi colocado de frente com esse tipo de situação constrangedora, afirmou que: “Eu tenho direito de ser bem tratado, não fale assim”.
Isso implica, pois a sociedade tenta corrigir os erros do passado, onde negros eram escravos e tinham que se submeter aos brancos, e por mais que os anos passem essa “sombra” que chamamos de racismo ainda vai existir. Não podemos negar que os negros sempre foram menos privilegiados, mas também temos que levar em conta que negros e brancos tem a capacidade, mas não os mesmos privilégios.
(Revista tititi dia 26/10/07 - JOSEANE DE OLIVEIRA ALVAREZ)